O que você vai tocar
Os 7 modos gregos nascem das mesmas 7 notas da escala maior, tocadas a partir de cada um de seus graus. Aqui cada modo é mostrado com tônica fixa em Lá (A) — ou seja, são 7 escalas diferentes (com notas diferentes), todas começando e terminando em A, e não os 7 modos de uma única tonalidade de Dó.
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Como ler os diagramas
Número no círculo pequeno = dedo que pressiona a corda (1 indicador · 2 médio · 3 anelar · 4 mínimo). Número embaixo do ponto = grau da escala (T = tônica). Números no rodapé do diagrama = casas do braço. Cordas: G em cima, depois D, A e E embaixo.
4* = alongamento: avance uma casa a mais com o dedo 4 e retorne à posição base ao trocar de corda. Corda solta: quando a posição começa na corda solta (casa 0), toque sem pressionar e siga com o dedo 1 na casa seguinte.
Como praticar e mudar o tom
Toque uma nota por vez, corda por corda: G → D → A → E (ou o caminho inverso), da esquerda para a direita em cada corda. Comece devagar, com metrônomo a 60 bpm, e sempre resolva a frase na tônica (A) para fixar o clima de cada modo no ouvido.
Compare modos que diferem por uma nota só tocando-os em sequência sobre a mesma tônica: Jônio → Lídio (só a 4ª sobe meio tom), Jônio → Mixolídio (só a 7ª desce), Eólio → Dórico (só a 6ª sobe) e Eólio → Frígio (só a 2ª desce). É a forma mais rápida de ouvir o que cada modo tem de especial.
As 7 posições de cada modo percorrem o braço do zero até a 12ª casa e se repetem a partir daí. Para transpor todo o guia para outra tônica, desloque todas as casas igualmente: Lá → Si = +2 casas; Lá → Sol = -2 casas.
Referências
Fórmulas e nomenclatura dos modos: bibliografia padrão de harmonia funcional (modos da escala maior). Para aprofundar o estudo, vale pesquisar aulas de "modos gregos no baixo" em métodos como StudyBass (Andrew Pouska) e outros materiais de teoria aplicada ao contrabaixo.
Impressão: A4, retrato, tamanho real (100%). Símbolos legíveis em preto e branco.